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Governo do Estado realiza seminário para empresários japoneses

Na última sexta-feira (6), o Secretário de Assuntos Internacionais, Antonio Balhmann participou da recepção do governador Camilo Santana recebeu ao embaixador do Japão no Brasil, Akira Yamada, ao lado do presidente do Senado, Eunício Oliveira. Acompanhado de empresários japoneses ligados à Câmara de Comércio e Indústria Japonesa do Brasil, a comitiva participou do seminário “ZPE Ceará e as Oportunidades de Investimentos no Estado”, uma estratégia do Governo do Ceará de divulgar a Zona de Processamento de Exportação do Ceará (ZPE Ceará) nacional e internacionalmente, em parceria com a presidência do Senado Federal.

Aos empresários japoneses e participantes do seminário, o governador Camilo Santana destacou os investimentos do Estado em áreas como segurança, educação, infraestrutura, entre outros. “Somos o Estado que mais investiu no país em 2017, 13,9% da nossa receita líquida foi voltada para esses investimentos”, disse.

Destacou ainda que o Estado vem buscando apresentar seu potencial para construir relações internacionais e o Japão, com toda a sua antiga relação com o Brasil, é um parceiro importante para o Ceará.

Dando continuidade ao Evento, a comitiva nipônica visitou neste sábado,07, o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), incluindo equipamentos como ZPE Ceará, Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), Instituto Federal do Ceará (IFCE) e Porto do Pecém.

Porque investir na ZPE Ceará

Já a ZPE foi apresentada pelo Secretário Antonio Balhmann, e pelo diretor-presidente da instituição, Mário Lima. De acordo com Balhmann, a ZPE Ceará é um distrito industrial incentivado, no qual indústrias nele localizadas operam com benefícios tributários cambiais e administrativos. Ele destacou a importância da presença do grupo de japoneses conferindo in loco as vantagens da ZPE.

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Incorporada ao Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP S.A), a ZPE Ceará é a única free zone brasileira em operação. O diretor-presidente da ZPE-CE, Mário Lima, mostrou a infraestrutura da ZPE, que conta atualmente com uma área total de 6.182 hectares, sendo 4.271 ha no Setor I (formado pelo setor siderúrgico) e 1.911 ha no Setor II, área incorporada à estatal, em 2016, para expansão de sua poligonal.

Atualmente, segundo ele, quatro empresas operam na ZPE Ceará — a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP); Vale Pecém; White Martins; e Phoenix do Pecém. Novas empresas do setor de granitos devem começar a operar na setor II.

A Zona de Processamento de Exportação do Ceará é um modelo para a implantação de novas ZPEs no Brasil e no Mundo.

Expansão

Segundo Balhmann, no Setor II da ZPE Ceará, está sendo trabalhada uma área de 150 hectares, numa primeira etapa, para alfandegamento junto à Receita Federal. “O projeto desse condomínio industrial já está pronto e a expectativa é investir cerca de R$ 35 milhões. Ele terá capacidade para abrigar cerca de 50 novas indústrias de setores diversificados, dentre eles granito e energia”, destacou.

Conforme Balhmann, a capacidade da área de Despacho Aduaneiro (ADA) da primeira etapa da expansão da ZPE Ceará será para 5.000 containers/mês, num regime operacional de 24 horas. “Dentre as 50 indústrias que estão sendo captadas para a expansão, já existem 20 do setor do granito com protocolos de intenção assinados com o Governo do Estado para instalação de plantas industriais na ZPE, representando investimentos da ordem de R$ 600 milhões e 3 mil novos empregos diretos”, ressalta.

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